Tourigo, o berço da Touriga Nacional

E se for mesmo verdade? ... estaremos preparados? Para sermos mesmo o berço da touriga nacional? Algum tempo passou desde que lançámos aqui o desafio de propor Tourigo como berço da Touriga Nacional, essa encubadora de taninos dos melhores vinhos nacionais. A ideia ganhou raízes, a início muito circunscritas, para depois "arrepiarem" caminho e lançarem a sua semente por vários sítios do cyberespaço. Porque não é todos os dias que uma freguesia tem como "marca de água" o nome de uma casta como a Touriga Nacional, siga as novidades em Tourigo, berço da Touriga Nacional

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

No Tourigo ou em Tourigo? Ciberdúvidas responde

... é tão legítima uma e outra maneira de nos referirmos a/ ao Tourigo.
Não há regra neste caso, como acontece noutros.
Assim questionou a Confraria e assim respondeu o "Ciberdúvidas":

[Pergunta Resposta]
«Em/no Tourigo» (Portugal)


[Pergunta] Gostaria de confirmar qual a forma correcta de nos referirmos à freguesia de Tourigo, concelho de Tondela: «freguesia do Tourigo», ou «freguesia de Tourigo»?

Esta questão prende-se com o facto de existirem diversas referências a Tourigo (ou ao Tourigo), por semelhança ao que acontece, por exemplo, com o Porto. Neste caso, subentende-se o determinante o, mas será esse o caso de Tourigo (ou do Tourigo)?

Referências:
«em Tourigo»/«no Tourigo»
«de Tourigo»/«do Tourigo»
«para Tourigo»/«para o Tourigo»

Por curiosidade, a lei que determinou a criação desta freguesia refere-se a freguesia "de" Tourigo, mas nesta localidade existe o Centro Cultural e Desportivo "do" Tourigo.
Obrigada.
C. Rego :: Consultoria :: Tourigo, Portugal

[Resposta] Pelo que diz, parece serem possíveis ambas as construções com o topónimo Tourigo. A comparação com o emprego de Porto não está correcta, pois com este termo usa-se sempre o artigo definido: «o Porto», «ao Porto», «para o Porto», «vinho do Porto», etc.
F. V. P. da Fonseca :: 22/01/2008


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«Em África» ou «na África»?

cf. http://ciberduvidas.sapo.pt/pergunta.php?id=22456

4 comentários:

Anónimo disse...

Nao percao tempo com estes mesiraveis problemas.Hoje em dia o mundo pede-nos coisas mais concretas A epoca dos poetas ja la vai E nunca se esqueçam: antes de saber escrever tem que se saber (VIVER)

Anónimo disse...

Adorei o comentario anonimo e aproveito para acresentar que nos dias de hoje a maior nessecidade de dialogo conciste em factos reais ao qual ninguem faz o minimo esforço para os soluçionar. Talvez relaçionados com o gaz do rego?????????

Anónimo disse...

Nisto tudo pode haver verdade. Mas não se esqueçam que os poetas têm o seu lugar. Não o forçam, nem o proclamam. Ele é deles por natureza. E cada um tem a sua função. É preciso é saber ocupar o seu lugar.
Tal como no Rego: a força concreta do Rego só se torna mais concreta e real porque as margens que o ladeiam assim o deixam sonhar a chegar mais longe, cumprindo a sua precisosa função. Nenhum se atrapalha, ambos se ajudam. É um diálogo pacífico e fértil.
Assim, tal como o Rego, a poesia é concreta, real e uma constante da vida... como disse o poeta!

Anónimo disse...

Se o poeta assim o disse eu calo-me.Nao estava ao corrente.Peço desculpa pelo mal intendido.Espero que o POETA nao ficasse ofendido Foi apenas um desabafo Que nada disto inpessa a agua tao pressiosa de correr no rego.