Tourigo, o berço da Touriga Nacional

E se for mesmo verdade? ... estaremos preparados? Para sermos mesmo o berço da touriga nacional? Algum tempo passou desde que lançámos aqui o desafio de propor Tourigo como berço da Touriga Nacional, essa encubadora de taninos dos melhores vinhos nacionais. A ideia ganhou raízes, a início muito circunscritas, para depois "arrepiarem" caminho e lançarem a sua semente por vários sítios do cyberespaço. Porque não é todos os dias que uma freguesia tem como "marca de água" o nome de uma casta como a Touriga Nacional, siga as novidades em Tourigo, berço da Touriga Nacional

quinta-feira, 13 de março de 2008

Ah é?! Centro!


A sorte está lançada…
O traçado escolhido e as directrizes decididas.
O Reino maravilhoso em redor do Rego vai ter uma nova artéria de trânsito.
Por ela, cruzar-se-ão vontades, curiosidades, trabalhos, azáfamas e afins.
Aspirações de exteriorizar o Interior, que os ditos citadinos tanto gostam de chamar (deixá-los!).
O nome?
AE Centro (deve ler-se “Ah é?! Centro!!”, com ênfase, s.f.f.).
Mãos à obra! O despacho “porreiro, pá” vai fazer mexer os regos de alcatrão.
E o Rego não fica a ver navios... nem carros, porque se trata apenas de uma aproximação.
Não invade nem esquarteja, assim se espera.
JSR foi perentório no contido entusiasmo próprio de um profundo conhecedor da região e das potencialidades da mesma. Assim, JSR não quis avançar com detalhes sobre esta obra de grande envergadura. Apenas afirmou que a vê como uma mais valia.
Também não quis pronunciar-se sobre a parceria "EH PA" (lê-se da mesma forma que o gelado): "Estradas de Hoje e Património de Amanhã", sobre a qual nos referimos no post "Estradas de Portugal e o Rego".
Por seu lado, o comendador João Bernardo acredita que, com este investimento, a sua vontade em criar o Museu Bernardo no Rego encontra assim uma promissora moldura de acessibilidades.
Aguardemos desenvolvimentos.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Reino Maravilhoso em redor do Rego

"Vou falar-lhes dum Reino Maravilhoso.
Embora muitas pessoas digam que não, sempre houve e haverá reinos maravilhosos neste mundo.
O que é preciso, para os ver, é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade, e o coração, depois, não hesite. Ora, o que pretendo mostrar, meu e de todos os que queiram merecê-lo, não só existe, como é dos mais belos que se possam imaginar."


Estas são as palavras de um Poeta português sobre o seu reino maravilhoso.
Pela aguçada pontaria de cada uma delas, pedimo-las humildemente emprestadas para o nosso reino maravilhoso, que é, por excelência, o Rego.
Mas porque sabemos que em seu redor existem outras maravilhas, aqui fica o registo do flash de JSR, sempre que ele resolve saltar o descomunal muro de Chora-Que-Logo-Regas e entrar nas terras do "Parque de Reserva de Entes Fantásticos".
Isto porque, apesar das nuvens estarem hoje "forradas de olhos choramingões", já podemos sentir os estalinhos da Primavera!

Paisagens do Tourigo e do Rio Mau












... ... Nós bem avisámos que estas paragens são do Parque de Reserva de Entes Fantásticos.
Na primeira foto e logo em primeiro plano, vemos estacas que mais parecem lanças afiadas de um exército qualquer, prontas a enfrentar as tribos de besteiros, disfarçadas de oliveiras.
Na segunda, é caso para perguntar o que é que este rio tem de mau ou o que é que ele fez de mal? ...Ou foi obra de algum mago feiticeiro ou é apenas uma capa para dispersar a curiosidade dos transuentes.

sexta-feira, 7 de março de 2008

A nossa aldeia

Não foi com surpresa que lemos o post "Confraria do Rego" no TourigOnline...
E este não é um mero galhardete para trocar na regosfera.
Não é um simples agradecimento.
É o reconhecimento da atenção, do trabalho, da garra dos que fazem e dos que motivam as notícias no TourigOnline.
É através destes talhadouros virtuais que o Rego pode, tal como as tradições do Tourigo, continuar o seu percurso pelo tempo.
Dele todos somos gotas como sementes.
Bem haja!
Vosso
JSR
"Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer, "
Tenho-a para mim como secreto aconchego,
Quando dela condenso os cheiros, as cores, os risos, o Rego…
Todos num verso
E olho-a como um amante sente uma mulher!*

*Nota: os dois primeiros versos são de Fernando Pessoa... os outros... do Rego.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Tourigo, Touriga e Taça

E porque só daqui a quatro anos é que volta a ser 29 de Fevereiro, aqui fica o registo do Rego neste dia.

No seguimento do recente tema lançado a debate "Tourigo: berço da Touriga Nacional", não podemos deixar de agradecer o comentário do gentil regante - P.vê - dando conta da existência de "um convento no Tourigo assim como uma comunidade de padres que viviam na aldeia. Normalmente estas comunidades monásticas estão ligadas à doçaria tradicional portuguesa e eram também apreciadores e cultivadores do vinho que, neste caso, era também usado para as missas."

A este propósito, refira-se que encontrámos, por curiosidade, uma nota introdutória sobre a região dos vinhos do Dão, que correlaciona exactamente a produção de vinho com o clero:

"Na Idade Média, a vinha foi essencialmente desenvolvida pelo clero, especialmente pelos monges de Cister. Era o clero que conhecia a maioria das práticas agrícolas e como exercia muita influência na população, conseguiu ocupar muitas terras com vinha e aumentar a produção vitícola. Todavia, foi a partir da segunda metade do século XIX, após as pragas do míldio e da filoxera, que a região conheceu um grande desenvolvimento. Em 1908, a área de produção de vinho foi delimitada, tornando-se na segunda região demarcada portuguesa."
in InfoVini, http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=10&regiao=5

Mais referências avançadas por um leitor atento:
"Por falar em Ordem de Cister, o Professor António Manuel Martinho Matoso, no seu livro " O concelho de Tondela - História e Património",indica:
"Possuíam na terra de Besteiros, os mosteiros de Lorvão e Santa Cruz, numerosas herdades.....Situação semelhante se verificava em relação ao Mosteiro de Maceira-Dão, com herdades em...,Tourigo...." Os mosteiros de Lorvão e de Maceira-Dão eram da Ordem de Cister, aquela ordem que se dedicava ao cultivo da vinha."

... estamos perante mais um rego por descobrir!

Até lá, votos que o C.C.D.Tourigo ganhe a taça do torneio de Inverno e faça um brinde com um digno vinho de Touriga Nacional!

Vosso
JSR

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Mais referências às Touriga Nacional e ao Tourigo:

I. TOURIGA NACIONAL - A rainha que já foi mal amada
A Argentina tem a Malbec, o Chile a Carmenére, a Itália a Nebbiolo… e Portugal tem a Touriga Nacional. Se alguma vez uma casta representar e identificar os vinhos portugueses, se alguma casta for referenciada como a imagem de Portugal, esse papel caberá sem dúvida à Touriga Nacional, a casta rainha… do momento. Porquê do momento? Porque o sucesso é recente e a Touriga Nacional já foi uma casta proscrita pelos viticultores portugueses. Dominou a região do Dão e foi relevante no Douro antes da invasão da filoxera. Depois, num ápice passou de casta principal a casta maldita. Produzia pouco, desavinhava com frequência, produzia muita parra e pouca uva. Para um viticultor são conjunturas improváveis. Mas a qualidade sempre foi determinante, e para os enólogos a valorização era evidente. Hoje é a casta mais elogiada em Portugal, a casta mais viajada e desejada. Alentejo, Estremadura, Bairrada, Setúbal, Ribatejo, Algarve, Açores – não há região portuguesa onde a Touriga Nacional não seja ensaiada e suspirada. De repe, a Touriga Nacional está presente em todos os contra rótulos, mesmo que por vezes a sua contribuição seja quase irrisória. Mas a Touriga Nacional convence também os mercados internacionais. Espanha, Austrália, África do Sul e Califórnia são hoje países convertidos aos seus encantos e qualidades. Dão e Douro reclamam para si a paternidade da casta Touriga Nacional, que também assume os nomes Preto Mortágua, Mortágua, Tourigo Antigo e Tourigo. A pele grossa ajuda a obter pigmentações profundas. A riqueza em aromas primários inconfundíveis é a imagem de marca da Touriga. Por vezes floral, por vezes frutada, por vezes citrina, mas sempre intensa e explosiva, com ares de nobreza. Os seus atributos são também os seus principais defeitos, porque a exuberância é frequentemente excessiva… Funciona melhor em lote do que a solo, onde em minoria aporta uma magnificência aromática inconfundível. Casta de esperança e simultaneamente confirmação da viticultura nacional, da Touriga Nacional espera-se que abra as portas do mundo aos vinhos portugueses.
in Blue Wine http://www.revistabluewine.com/php/apreciar.php?familia=4&id=43



II. Curiosidades:

O Dão e os Descobrimentos
Antes da partida dos portugueses para a conquista de Ceuta, foi servido vinho do Dão nos luxuosos festejos organizados pelo Infante D. Henrique em Viseu. in InfoVini, http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=10&regiao=5

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Tourigo: berço da Touriga Nacional

Nesta altura em que, carinhosamente, se atam as videiras nos campos, não ficamos alheios a um nome que nos remete para o Tourigo...

Quem é apreciador do néctar de Baco e Dionísio, em especial do meigo vinho do Dão, não fica por certo alheio ao nome Touriga Nacional.
Mas o que é um nome sem o seu significado? Que raízes tem este nome que alimenta as cepas generosas que distinguem, em especial, os vinhos do Dão?

Este poderia ser um aspecto a ser estudado, não só pela curiosidade histórica, mas também pelos possíveis reflexos ao nível da promoção turística do Tourigo.
É que, para além do Leite com Gás, essa maravilha da Natureza nascida no Rego, Tourigo poderia ser conhecido como o provável berço da Touriga Nacional.

Afinal, não é todos os dias que uma freguesia tem como "marca de água" o nome de uma casta como a Touriga Nacional.

O vosso sempre atento,
JSR

Referências na Internet:

I. Sinonímia

Dão: Touriga Nacional, Tourigão, Tourigo Antigo
Bairrada: Tourigo do Dão
Douro: Touriga Nacional, Touriga Fina
Ribatejo Oeste: Touriga Nacional
Alentejo: Touriga Nacional
Setúbal: Touriga Nacional

Embora tenha sua fama associada ao Vinho do Porto e aos tintos de mesa do Douro, um certo mistério cerca as origens da Touriga Nacional. É difícil precisar em qual região vinícola portuguesa ela nasceu. Alguns estudiosos dizem que ela provém do Dão, apoiando essa afirmação em antigos relatos. Em 1900 Cincinnato da Costa escreveu, em seu livro "O Portugal Vinícola", que no século XIX 90% dos vinhedos do Dão eram plantados com esta uva - ali chamada de Tourigo ou pelos sinónimos Mortágua, Preto Mortágua ou Elvatoiriga. Os vinhos de Touriga são maciços de cor, apresentando-se em certos anos completamente opacos. Na região do Dão a Touriga Nacional é conhecida, normalmente, por Tourigo, embora se lhe reconheçam vários sinónimos, tais como Preto Mortágua, Mortágua, Elvatoiriga ou Tourigo Antigo. Este facto é relevante, pois a existência de uma pequena aldeia, entre Tondela e Santa Comba Dão, com o nome de Tourigo constitui um argumento importante para considerar esta casta originária do Dão. Também não deixam de ser significativos os sinónimos Mortágua e Preto Mortágua, surgidos a partir do topónimo da vila vizinha de Santa Comba Dão. Em contrapartida no Douro não se lhe conhece nenhum sinónimo com conotação geográfica.
- Informação in Copo de Três, acesso Fevereiro de 2008

II.
Rota do Vinho do Dão
“Tudo nestas paragens são grandezas”, escreveu José Saramago a propósito da região onde se produz o milenar vinho do Dão. Aqui sente-se a herança dos antigos monges agricultores, que marcaram de forma indelével as construções religiosas, a cultura da vinha e o modo de produzir o precioso néctar. Com a linha da poderosa Serra da Estrela a pontuar o horizonte, o Dão, com os seus Invernos chuvosos e verões quentes e secos, é zona de pequena propriedade, com vegetação exuberante, ar puro e numerosos cursos de águas límpidas correndo sobre berço granítico. Pinheiro bravo, carvalho e castanheiro são vulgares, mas é a vinha que predomina, com mais de 70 milhões de cepas plantadas. E que cepas! Terá sido no Dão, na aldeia de Tourigo, que nasceu aquela que é por muitos considerada a rainha das castas tintas portuguesas: a Touriga Nacional. Queijo, cabrito, presunto, enchidos, preenchem um longo e saboroso cardápio gastronómico. Frutos de grande carácter, como a maçã bravo de Esmolfe, são típicos da região. E há, além de centros urbanos carregados de história que interessa visitar (...), velhas aldeias perdidas no fundo dos vales ou nos altos das montanhas, à espera de serem (re)descobertas.
- Informação in ViniPortugal.pt, Rota do Vinho do Dão, acesso Fevereiro de 2008

III. Sua majestade a Touriga Nacional
Desde o início da década de 90, os portugueses estão num crescente encantamento com sua Touriga Nacional e com ela exercendo cada vez mais encanto no mundo vitivinícola. São inconfundíveis os vinhos gerados por esta casta, que tem origem no Dão (...).
Embora essa uva fosse muito utilizada no Dão, faltava um tratamento moderno aos seus vinhos na adega. As novas tecnologias e um estudo profundo de sua microbiologia no tocante à sua fermentação deram um arranque final para que fosse eleita a uva que tem a “cara de Portugal”. Em Portugal, a Touriga vai se firmando como a “casta rainha”. E o mais importante: como sinônimo de “casta lusitana”.
- Informação in Paodeacucarvinhos.com.br, acesso Fevereiro 2008

Mais referências: A Grande Uva Portuguesa
, in Winexperts.com.br, acesso Fevereiro 2008

IV. Esta poderia ser uma boa lenda para a origem da Touriga no Tourigo [reparem na singela referência ao LCG...]:

(...) Há muitos anos, em tempos remotos, fez Baco uma visita ao seu bom amigo Endovélico, o deus dos deuses da Lusitania. Atravessou serras e subiu penosamente ladeiras até chegar a terras banhadas pelo rio Dão.
Perto daquele local, à entrada de uma tosca cabana de pedra e troncos, havia um casal de lusitanos e um filhito. Baco ao vê-lo, correu para eles gritando:
- Pelos deuses, dai-me de beber!
O lusitano entrou na cabana e regressou com uma escudela de barro cozida ao sol, cheia de água. [Nota: aqui poderia ler-se LCG]
- Água? [LCG?] Acaso não tendes vinho?
O anfitrião arregalou muito os olhos, cofiou a barba entonça e volveu espantado:
- Não. Nós não sabemos o que é. Quereis vós comer?
E sem esperar resposta voltou com uma perna de cabrito montanhês.
À despedida, Baco, comovido pela franca hospitalidade do luso, disse-lhe:
- Ainda um dia hás-de saber o que é o vinho.
Alguns anos mais tarde uma centúria romana, marchando e cadência, parava à porta da singela habitação do lusitano.
Os legionários deixaram a forma e cada um deles abriu uma vala e na vala cada um deles pôs uma videira. Depois, tomaram os lugares e partiram como haviam vindo.
Num dos bacelos lia-se esta tabuleta:“Baco oferece reconhecido”.
Aquelas cepas deram a seu tempo saborosos bagos cujo suco o lusitano espremeu para beber no Inverno numa comunhão de força e rejuvenescimento, e assim, daquelas belas uvas da campânia, que eram uma delícia do bom Baco, havia nascido o generoso e salutar Vinho do Dão.
(adaptado de “Beira Alta Imaginários”), in http://www.lusawines.com/cA22.asp

Tourigo na regosfera

Para que se registe na regosfera, aqui ficam algumas referências ao Tourigo na Internet:
TourigOnline
Wikipédia - Tourigo
EB1 de Tourigo
MapaV.com - Tourigo
Anafre - Tourigo
Agência Ecclesia - Anuário Católico - Tourigo

Actualização a 27.05.2008
Tourigo.org
Tourigo.blogspot.com
Centro Cultural e Desportivo do Tourigo

JSR

Pedalando no Rego

Este domingo, ainda o relógio do Rego espreguiçava os ponteiros, já se ouviam umas vozes... a pedalar pela rampa do Rego acima...
cf. TourigoOnline
Folgamos em saber que o Rego foi um dos pontos de passagem nesta volta em bicicleta pelo Tourigo!

JSR

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Regulamento da Confraria VIII

Artigo 16.º
Coordenação


1. A coordenação dos encontros e actividades pertence à Agência Rego, nos termos do ponto 4 do artigo 12.º do presente Regulamento. Uma vez escolhidos os membros com mandato anual da Agência Rego, esta tem a responsabilidade de apresentar à Assembleia Regoniana a proposta do plano de actividades anual e respectiva agenda de trabalhos. Após a aprovação destes dois documentos, deve a Agência Rego proceder às convocatórias dos confrades, contando para tal com a sábia assessoria de João sem Rego, que procederá ao registo no blog das actividades agendadas e realizadas.

2. As convocatórias são feitas por João sem Rego, com uma semana de antecedência do evento e registadas no blog.

3. O evento só se realiza se estiverem presentes, pelo menos 70%, dos Regos, Moinhos e Talhadouros da Confraria.

4. A Agência Rego deve proceder ao registo de presenças e ausências dos confrades nos eventos convocados, em documento próprio, sendo que duas faltas dão origem à análise da situação do confrade em questão por parte da Assembleia Regoniana, que decidirá sobre a actuação a ter para com o mesmo.

Rego, 6 de Novembro de 2007.

Com esta mensagem, dá-se por concluída a publicação do Regulamento da Confraria do Rego. Esperamos que, deste modo, todos saibam mais sobre a Confraria.
Pretende-se que, quem vier por bem, participe neste fórum de tradições, reflexão e boa disposição, investido de Leite Com Gás, onde borbulha o espírito regoniano.

Vosso,
JSR

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Regulamento da Confraria VII


Artigo 15.º
Regosfera

A Confraria do Rego, consciente da envergadura espontânea já alcançada pelo movimento na Internet - a Regosfera, criou o respectivo blog em http://confrariadorego.blogspot.com/. Neste, são registadas todas as informações relativas às actividades e encontros da Confraria, mediante a publicação de relatos, artigos, pesquisas, receitas, entrevistas, etc..


to be continued...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Regulamento da Confraria VI

Artigo 14.º
Encontro anual, encontros da estação e outros

1. A Confraria, através da Agência Rego, organiza e leva a cabo todas as actividades que concorram para o cumprimento dos seus objectivos e promovam o convívio entre os confrades regonianos.

2. Todos os anos, em redor do dia 6 de Outubro, sempre ao fim-de-semana, tem lugar no Tourigo o Encontro do Rego, efeméride principal de todos os que rejubilam no espírito regoniano. Este Encontro, cujo local e festividades associadas são anualmente determinados, tem sempre de passar, no início, meio ou no fim, pelo local de origem ou do boom regoniano: o Café do Bom Sucesso do Tourigo (independentemente de, à data, a sede da Confraria ser noutro lugar).

3. Sempre que possível, a Confraria do Rego promoverá quatro Encontros da Estação (Primavera, Verão, Outono e Inverno), cabendo à Assembleia Regoniana a decisão quanto à data e actividades correlacionadas. Os encontros serão realizados ao fim-de- semana ou feriados.

4. As Tainadas são outros dos eventos de importância superior, que se realizam sempre que os Confrades assim decidam, devendo realizar-se, pelo menos, uma vez por ano e podendo coincidir com os outros eventos regonianos. As Tainadas contribuem para o maior e mais saudável convívio gastronómico regoniano e cumprem o objectivo de fomentar o estudo e a divulgação do património gastronómico do Rego. Das Tainadas devem resultar as receitas a divulgar na regosfera, no espaço No Rego com os tachos.

5. Para além destas iniciativas, a Confraria organizará, sempre que lhe aprouver e preferencialmente na Primavera e no Verão, as Expedições National Regography, promovidas na partilha do espírito da aventura ao Rego, convertendo-se em ocasiões de carácter vital que contribuem para a exploração, conhecimento e interiorização do Rego ou de áreas geográficas que se relacionem, directa ou indirectamente, com o Rego.

6. Todos estes eventos têm duração ilimitada, tendo contudo em superior consideração os interesses e reivindicações dos menores a cargo dos confrades.

7. Todos os encontros e actividades mencionados neste artigo são registados, em acta, por um confrade, cuja nomeação é feita por ordem alfabética. A acta deve ser entregue a João sem Rego, que decide da publicação total ou parcial da mesma no blog.

to be continued...