Tourigo, o berço da Touriga Nacional

E se for mesmo verdade? ... estaremos preparados? Para sermos mesmo o berço da touriga nacional? Algum tempo passou desde que lançámos aqui o desafio de propor Tourigo como berço da Touriga Nacional, essa encubadora de taninos dos melhores vinhos nacionais. A ideia ganhou raízes, a início muito circunscritas, para depois "arrepiarem" caminho e lançarem a sua semente por vários sítios do cyberespaço. Porque não é todos os dias que uma freguesia tem como "marca de água" o nome de uma casta como a Touriga Nacional, siga as novidades em Tourigo, berço da Touriga Nacional
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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Caudal da Touriga

Mais uma referência ao vasto caudal sobre Tourigo como berço da Touriga Nacional.
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Touriga - a grape by any other name would smell as sweet
Posted by Carrie on Saturday July 4th, 2009 at 16:18

And the same questions pop up about the Portuguese varietals, i.e. ”What does ‘Touriga’ mean?” as in our single varietal Touriga Nacional. According to local belief, there is a small village in the heart of the Dão, ’Tourigo‘ - where the variety is said to originate. The variety dominated the Dão vineyards prior to phylloxera (1870’s), and prior to its widespread appearance in the Douro, as a major grape for port production. To back up this theory, it is pointed out that Mortágua, a neighbouring village to Tourigo, is a synonym for the same variety.
Touriga Nacional , also known as the ‘queen’ of the Portuguese grape varieties, is now grown successfully in all areas of Portugal, from the north to the south, and has spread rapidly across the border and around the globe, to Spain, Australia, California, etc. Cortes de Cima was one of the pioneers in growing Touriga Nacional in the Alentejo where, characterized by its low production and small berries, when well ripened we find it one of our most unique wines, distinguished by highly aromatic fruit and an intense flowery bouquet. All 3 of our releases to date (including the currently available 2005) have been showered with top +90 ratings, gold medals and trophies including the IWC Touriga trophy, Alentejo trophy, and Portuguese Red Wine Trophy.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Iniciativas da Confraria da Água

À boa mesa de qualquer conterrâneo do Tourigo, é já uma tradição ter um copo para a água, para lá do copo para a bebida com que se quer aconchegar o repasto. Isto porque a água do Tourigo tem toda ela uma relação com o Rego...
Assim, é com bom olhos que vemos a apresentação da iniciativa da Confraria da Água, que visa criar uma "Rota das Águas Naturais de Portugal". E como as ideias são como gotas de água, o rol de iniciativas vai desde a criação de uma "Carta/Ementa de Águas" (tal como acontece para os vinhos e até para os azeites), passando pelo conceito de "cozinha com água natural", até ao lançamento do Livro das Águas Naturais de Portugal.
El-Rei D. João sem Rego apoia totalmente estas iniciativas e está certo que o Rego fará parte da Rota das Águas Naturais de Portugal!
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Confraria da Água vai criar um rota das águas naturais
09.07.2009 - 12h42 Lusa
A Confraria Gastronómica da Água vai criar uma Rota das Águas Naturais de Portugal, que incluirá visitas às nascentes e a empresas de águas naturais, disse, hoje, fonte do organismo.A Presidente da Confraria da Água - Associação de Provadores de Água de Portugal, Margarida Amorim adiantou à Lusa que a Rota pretende "criar um "produto de turismo industrial" em torno das águas naturais portuguesas". A Confraria vai realizar dia 12 no Convento de Arouca o seu Quarto Capítulo, evento composto por celebração eucarística, palestras sobre as qualidades termais/medicinais da água e sobre Arouca - Património da UNESCO. O encontro, que serve ainda para a entronização de novos confadres, envolve, também, momentos de poesia, almoço e vários actos lúdicos/culturais para "enaltecer a água e promover o seu conhecimento".
Margarida Amorim adiantou que o organismo, que tem 80 membros e sede em Santa Maria da Feira, lançou uma iniciativa junto dos estabelecimentos hoteleiros e de restauração, no sentido de lhes atribuir o título de "Amigo da Confraria da Água", com a condição de elaborarem uma "Carta de Águas". "É essencial a presença de uma carta de águas para que o consumidor possa escolher de entre um conjunto de águas, a mais adequada para acompanhar a sua refeição e o seu vinho, motivando a cultura de água natural", frisou. Para que a distinção seja atribuída - acrescentou - é, ainda, imprescindível que haja "dois copos à mesa", para que o cliente "acompanhe a sua refeição com um bom vinho e uma boa água natural". A Confraria quer, ainda, promover o conceito de "Cozinha com água natural", promovendo-a como elemento e complemento essencial a uma boa gastronomia". "Desde o mais complexo preparado gastronómico até à mais simples preparação de um café, a água é um elemento fundamental, influenciando o sabor e a confecção", defende. Acresce que - acentua - "a utilização de uma água natural, em detrimento da da rede pública, evita que o preparado seja influenciado pelo cloro, tornando o sabor mais autêntico e apetecível". A Confraria tem "divulgado o papel da água junto de instituições, associações, profissionais, especialistas e do consumidor, tendo em conta a necessidade de educar os consumidores e os profissionais para a importância deste bem que possui um enorme impacto na saúde". Para tal, apoia iniciativas de formação e esclarecimento junto de profissionais e candidatos a profissionais no ramo da restauração e hotelaria, e vai elaborar o Livro das Águas Naturais de Portugal. "Há semelhança do que acontece com o vinho, onde há distinção e qualificação dos diferentes tipos de vinho, também a água possui diferentes composições e propriedades, que as distingue e torna únicas", garante.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Whishing Tourigo

Mais uma referência a Tourigo como berço da Touriga.
Desta feita, num site de turismo "Wishgothere", com base num texto retirado de outro site mas ainda assim incluindo a nossa aldeia nos que tiverem gosto em seguir pela rota do vinho Dão:
Tudo nestas paragens são grandezas”, escreveu José Saramago a propósito da região onde se produz o milenar vinho do Dão. Aqui sente-se a herança dos antigos monges agricultores, que marcaram de forma indelével as construções religiosas, a cultura da vinha e o modo de produzir o precioso néctar. Com a linha da poderosa Serra da Estrela a pontuar o horizonte, o Dão, com os seus Invernos chuvosos e verões quentes e secos, é zona de pequena propriedade, com vegetação exuberante, ar puro e numerosos cursos de águas límpidas correndo sobre berço granítico. (...) Terá sido no Dão, na aldeia de Tourigo, que nasceu aquela que é por muitos considerada a rainha das castas tintas portuguesas: a Touriga Nacional.

Pena é que no site da região de turismo Dão-Lafões não haja nenhuma referência a Tourigo...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Novidades no Reino em redor do Rego

Numa das idas ao Rego (é sempre boa esta expressão), demos conta de umas (recentes) alterações no leito original no coração do Reino. O que se nos ofereceu ver, para lá de um curso de água cheio de garra (tanta tem sido a chuva)? Ora, nem mais: uma intervenção mesmo junto ao primeiro moínho e ao início do Rego, propriamente dito. Recuperação dos moínhos? Quem sabe, um dia. Não contando com a miríade de canos e caninhos por ali existentes, o primeiro moínho tem agora à sua frente uma pedra que quase dá para fazer de mesa para pic-nics. E quem quiser passar para a margem "de lá" tem de deitar mãos à obra, lançando uns seixos a jeito para poder atravessar não o Rego mas o Esporão. Não é caso para dizer que podemos fazer desportos radicais no Rego, mas nunca se sabe.
Para quem se lembra, aqui fica a memória do leito anterior à intervenção:
Entretanto, por terras do Barreiro, as intervenções são ao nível dos caminhos florestais e a fronteira com o Tourigo também terá a sua vez. Beneficiação dos seguintes caminhos florestais:
CAMINHO DE LIGAÇÃO ENTRE O PEGO NEGRO E O TARRASTAL
CAMINHO DO ALAMBIQUE DO BORRALHAL-VALE DA ARMADA-ESTEIRO DE BAIXO
CAMINHO DO ALAMBIQUE DO BORRALHAL-CAVADAS VELHAS-MONTE DOS TERROAIS
CAMINHO DESDE A ESTRADA DE RIOMILHEIRO AO ESTEIRO DE BAIXO
ANTIGA ESTRADA DO BORRALHAL A RIOMILHEIRO
ESTRADA ENTRE AS ALMAS E O LIMITE COM A FREGUESIA DO TOURIGO
CAMINHO DO ATÊRRO SANITÁRIO-CAMPO REDONDO
CAMINHO DO RIBEIRO AO BELEGÃO
JSR
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sexta-feira, 11 de abril de 2008

6 meses "a ver passar serenas as águas do" Rego!

No fim-de-semana passado, a Confraria do Rego comemorou seis meses de existência!
Parabéns a todos os que partilham o espírito da Confraria!

As comemorações tiveram início no sábado à noite após o sarau teatral, no Café do Bom Sucesso, no Tourigo. A mesa foi a diametralmente oposta àquela onde se registou a fundação da Confraria.
De muito se falou. Em especial e porque actualmente se debate a questão do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, os digníssimos elementos presentes lançaram-se na memória de expressões próprias do Tourigo. Destas memórias foi feita uma lista que será brevemente disponibilizada.

Para já, aqui ficam alguns dos momentos da expedição National Regography no passado domingo. Para lá de aproveitar a Primavera no Rego, esta expedição teve como objectivo ir "pia cima" e "pia baixo", a registar a flora específica do Rego e a recolher vestígios da existência do Homo Regus.

Vosso
JSR

O Reino Maravilhoso do Rego















































segunda-feira, 26 de novembro de 2007

I.ª Expedição às origens do Rego: última parte

Caríssimos,
aqui estão as últimas duas fotos da primeira expedição às origens do Rego. Estas mostram-nos o terceiro moinho.

Diferente dos outros dois, esta vigia do Rego mostrou-se bem mais altiva e muito certa de si. Enfeitado com madeixas de verdes heras, o terceiro moinho presenteou-nos com uma travessia sobre a ribeira, convidando-nos a passar pelo braço de madeira que nos lançava com ar desafiador.

A ponte não poderia ser mais inspiradora e, a cada passo dado, mais uma conquista para a Humanidade:) Sim, porque andar por estes recantos e encantos, só pode ser visto como uma conquista... que não se impõe, não se força, apenas se sente e goza. Se o Rego fosse um mostrador de relógio, teríamos percorrido somente um quarto de hora. Tão só três moinhos. Mas como existem mais moinhos ao longo deste vale, mais expedições se seguirão, tal como segue sempre o Rego, no seu leito de sossego.

A propósito, ao nosso precisoso Rego não se aplica a frase de Bertolt Brecht:
Do rio que tudo arrasta se diz que é violento mas ninguém diz violentas as margens que o oprimem.

...neste caso, o Rego é carinhoso, tecendo no seu silencioso percurso a abundância que promete às terras que o esperam. As suas margens participam dessa urdidura, cuidadosas e confidentes.
Só por isso, quem visita este reino maravilhoso não pode destoar no quadro.
O Rego não se estranha para depois se entranhar.
Ele existe e cabe cativar.

JSR

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Expedição às origens do Rego: Parte III

Na senda da primeira expedição National Regography, cabe dar a conhecer o segundo moinho regoniano.

Fomos encontrar este moinho num estado bem diferente do primeiro, que já tinha sido alvo de cimento e tijolos.


A sensação que se tem é que, ao entrar neste reino maravilhoso do Rego, estamos a entrar numa catedral natural e a nave central é feita deste corredor de verde bosque, que nos guia até aos fiéis guardadores do Rego.

Os moinhos são hoje as silenciosas testemunhas de quem entra no berço do Rego. Protegem-no, acompanham-no. Mesmo presos ao tempo, a sua presença é prova de muitas tropelias, aventuras e conquistas dos que os construiram e lhes delegaram a tarefa de interagir com o Rego, tirando dele o melhor partido.



Ao seguirmos pela nave central da catedral do Rego, o tronco que se banhava no Rego, mais parecia um pastor com o seu cajado deleitando-se, preguiçosamente na poça do Rego, enquanto o seu rebanho - os moinhos - pastavam, há tanto tempo já, pelas origens do Rego.

Em jeito de fiscal fronteiriço, parecia interrogar-nos sobre as nossas intenções: "_ Forasteiros, se vierem por bem, entrem! Sejam bem-vindos!".

A partir daqui, ultrapassámos a fronteira e seguimos.

Ao nos aproximarmos, a primeira reacção foi perceber que este segundo bastião do Rego se dava a conhecer timidamente. Para o vermos melhor, tivemos de descortinar a cabeleira de raízes que o reveste e aconhega.

Que histórias contam as raízes? Quem fez este moinho? Quem o ergueu, juntando pacientemente, como peças de puzzle, as pedras que ali se mantêm?

Bem esperámos as respostas mas, ao invés, demos conta que, se pararmos um pouco e deixarmos o silêncio falar, podemos nitidamente escutar as vozes dos que por ali passaram antes, muito antes... como coros afinados de uma só voz límpida: a da água que, sem pressa, caminha aos pés dos moinhos.

JSR

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Expedição às origens do Rego: Parte II

Antes de alcançarmos o tão desejado berço do Rego, percorremos um caminho maravilhoso: as paralelas do Rego.

Os passos que demos foram certos, com calma... um passo a seguir ao outro, num ritmo cadenciado pelo som da água que cumpria o seu curso abstraída da nossa presença. Percebeu logo que íamos em paz e assim consentiu a nossa caminhada, sem interferir connosco.
Os que já conheciam o sítio percorriam o trajecto como se fosse a primeira vez. Brincadeiras, aventuras, cursiosidades tantas vezes já lembradas retornavam outra vez mas com um sabor diferente... renovadas. Os que nunca lá tinham ido, foram de imediato conquistados e cativados como se também eles tivessem vivido as mesmas tropelias. Quem não gosta de regressar ao berço? Não numa perspectiva de mera repetição ou de recusa de avanço. Mas apenas no sentido de uma genuína redescoberta, voltando para seguir mais em frente. De um momento para o outro, todos fomos crianças de novo!
As paralelas do Rego foram, assim, as nossas linhas de orientação. A original e a nova. A mais recente tentando estar à altura da original, esmerando-se no aconchego da água.
... parece que ainda se ouvia água a correr no Rego original. "A água do rio não passa duas vezes no mesmo sitio." Não podemos testar esta afirmação mas, pelo menos, tivemos certeza que no Rego original correm, constantemente, as lembranças e as certezas de que foi ele e os seus braços - esses talhadouros virtuosos e bem-feitores - que alimentaram o Tourigo. Agora, como sinal do tempo, o Rego original aceitou camuflar-se pela vegetação verdejante tão própria deste micro-clima. Esta não o esconde. Só os mais distraídos podem pensar assim. Se estivermos atentos, a cada passo pode espreitar uma surpresa...



E também aqui o Rego nos deu uma prenda. No meio dos fetos, da multidão de ervas e de outros "verdes", eis que a nossa atenção ficou presa pelo toque inesperado de um milagre. Uma flor, pequenina e calma, segredou-nos, em silêncio, que éramos bem-vindos. Só nos pediu que não as esquecessemos. O seu nome... "Forget me not".
JSR

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Expedição às origens do Rego: Parte I

Expedição 28.10.07

Paisagens recônditas, sons mágicos, luzes e sombras entroncadas numa deliciosa dança. Parece que nada foi premeditado mas a Natureza manifesta todo o seu esplendor naquilo que suspeitamos ser um acaso... apenas se estivermos distraídos.
Aceitámos o convite e a Natureza levou-nos pela mão, como crianças curiosas e confiantes, às origens do Rego.
A expedição contou com a presença de vários confrades e da precisosa ajuda e sabedoria de ilustres autóctones. Reunidos todos os equipamentos necessários à navegação e orientação e assegurados os mapas, os transportes e a boa-disposição, a expedição fez-se ao caminho, crente que iria ao encontro de uma experiência única. O que está documentado nas fotos e vídeo não se compara às tatuagens maravilhosas que ficaram registadas, com delicadeza, nas retinas e no coração de cada um.

O sol jogou um pouco às escondidas, tacteando a nossa vontade e espreitando aqui e acolá só para nos aguçar mais a determinação em seguir em frente. Foi o que fizemos, sem medo e presos à calma e à paz com que cada folha, pedra, gota de água nos cumprimentava, com um sorriso malandro.
À medida que os nossos passos moldavam, tranquilamente, o manto de folhas que o berço do Rego preparou, especialmente, para a nossa expedição, fomo-nos apercebendo da riqueza e beleza daquele lugar.
Seria possível cruzarmo-nos, a qualquer momento, com um nativo esquivo ou, então, poderiamos estar a ser observados por olhares que se confundiam no verde da vegetação, deixando-nos confusos.

O grupo seguiu até que encontrou o berço do Rego. Ali, ele próprio. O sítio onde o Rego começou a ser talhado, como escultura moldada em pedra meiga.Para lá, esperava-nos a conquista do vale... que vale sempre a pena!
O berço do Rego












De repente, demos conta do primeiro moinho. Destruído, acabado, esventrado. ...
A expedição seguiu, sem o delírio de D. Quixote mas com a frescura própria dos que, sem medo, se afeiçoam ao Rego.

Certo é que, quando entrámos naquele vale (quase desfiladeiro) ficámos com a ideia de uma frase perdida: "Talvez a vida seja como à saída de uma caverna: não sabemos se foi sonho ou realidade."
Mas esta "caverna" existe e as sombras nela não são ilusões. O caminho até lá espera, paciente, os nossos passos...
Amanhã, a continuação da expedição.
JSR

O berço do Rego

Regófilos,
aqui está o primeiro vídeo da expedição da National Regography ao berço do Rego.

Data: 28.10.07
Hora: 16:30
Temperatura: 18º-20º
Humidade: 80%
Vento: ----

Regonário e Regoterapia

Após os contactos entre João sem Rego (JSR) e os observadores internacionais a propósito da inclusão da rampa do Rego no calendário automobilístico internacional de 2007, eis que surgem provas concretas do que Vladimir Putin veio fazer a Portugal. Num dos anteriores posts o assunto foi abordado, dando conta do interesse do Sr. dos Urais na utilização do rego para transporte de gás (sem leite), com vista a aproveitar o percurso via Marruge, cujo potencial geoestratégico é sobejamente reconhecido.
Em concreto, a visita de Putin ao Oceanário - que muitos pensaram ter sido por mera curiosidade - tratou-se de mais uma aproximação de Putin ao Rego, desta feita com uma proposta que se pode resumir nos seguintes termos. Em troca da utilização do rego para o transporte de gás, JSR confirma que Putin se compromete:
1. a contribuir para a construção do chamado Regonário (a este propósito, foi visitar as instalações do Oceanário, como ponto de comparação);
2. a investir na investigação das espécies (fauna e flora) originárias deste micro-clima específico, e, por último,
3. está disposto a estabelecer uma parceria de estudo e recuperação dos moínhos do leito do Rego, com fins quer estratégico-militares (os já referidos registos da base naval do rego) quer termais (regoterapia).

Atendendo ao crescente interesse face ao Rego, é incontornável a publicação das primeiras imagens da expedição feita a cargo de peritos do National Regography:

Reportagem 28.10.07, Tourigo, Temperatura: 20º, Humidade: 80%

A rampa do Rego









O Rego












O habitat do Rego