Tourigo, o berço da Touriga Nacional

E se for mesmo verdade? ... estaremos preparados? Para sermos mesmo o berço da touriga nacional? Algum tempo passou desde que lançámos aqui o desafio de propor Tourigo como berço da Touriga Nacional, essa encubadora de taninos dos melhores vinhos nacionais. A ideia ganhou raízes, a início muito circunscritas, para depois "arrepiarem" caminho e lançarem a sua semente por vários sítios do cyberespaço. Porque não é todos os dias que uma freguesia tem como "marca de água" o nome de uma casta como a Touriga Nacional, siga as novidades em Tourigo, berço da Touriga Nacional

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Novo Rego | obras e ciclovia

Tanto quanto nos foi possível apurar junto da autarquia de Tondela, os moinhos do Rego vão ser recuperados ainda antes do Verão de 2009, a tempo de poder receber condignamente os conterrâneos que nos visitam todos os anos por essa altura.
O Rego será alvo de uma intervenção de fundo, no quadro de um processo de requalificação turística, funcionando como um "pólo" da tradicional zona de lazer do Tourigo. Será ainda apetrechado com as necessárias infra-estruturas, por forma a disponibilizar um circuito de manutenção ao dispor de todos os Touriguenses.

Acresce que será pintado o caminho agrícola de "cor terra", no sentido de o adaptar a uma ciclovia. Esta intervenção contextualiza-se igualmente no quadro da Ecopista do Dão, que futuramente ligará Viseu a Tondela e Santa Comba Dão (com um ramal para Tourigo).

Entendendo-se que o eco-turismo é uma mais-valia para o Tourigo, acreditamos que projectos como estes são bem recebidos por todos.


JSR... a regar

terça-feira, 31 de março de 2009

Manguito das Caldas | Visabeira com posição maioritária

Este título não é dos melhores... Mas de facto, a fábrica que produz faianças, entre outras, do Zé Povinho, foi comprada por conterrâneos das bandas de Viseu.
Pelos menos, as andorinhas desta Primavera trouxeram bons auspícios e a Visabeira lá encontrou motivação e faro para o negócio das faianças e o mais-que-tudo-do-peito, Manuel Pinho, diz que foi um milagre.
Será que assim, para lá das rãs, dos pratos em folhas de couve, o manguito estará assegurado para o futuro?

Faianças das Caldas

JSR

pedaços de Primavera


































sugestões | aldeias históricas; Caramulo e percursos

Depois de inspirados com a incursão ao Vale do Eiro, deixamos aqui uma sugestão para os que têm férias por altura da Páscoa.

Visitar as aldeias históricas de Portugal.

Ou, então, mergulhem nalgumas das aldeias que salpicam o Caramulo aqui tão perto: Cadraço, Malhapão de Cima, Malhapão de Baixo, Jueus, Almofala, Teixo, Valeiroso, Laceiras, Bezerreira, Frágua, Amieira, Pedrógão, Marruge, Mosteirinho, Boi, Varzie­las Valdasna, S. João do Monte, Belazeima, Matadegas, Macieira de Alcoba, Se­lores, Albitelhe, Covelo, Pa­ranho de Arca, Monte Teso, Caselho e Carvalhal da Mulher, etc..
Por onde começar?
Mais info. em
Rotas & Destinos Caramulo
Roteiro Caramulo
Percursos Pedestres da Serra do Caramulo
Percurso pedestre Aldeias do Caramulo
Aldeias Caramulo Fotos
Caramulo Selvagem

Entretanto, podem sempre optar pela biclicleta e ir por aí. Aqui ficam também duas sugestões de percursos.
Bike Track 1 ** Bike track 2

segunda-feira, 30 de março de 2009

Vale do Eiro | A expedição da National Regography ao vale encantado...

A Primavera chega, ora quente ora fresca, nas braçadas de vento que tanto espalham pólen como nuvens.

Aproveitando uma "deixa" num comentário recente, lá andou o JSR por esse Reino Maravilhoso do Rego, desta feita pelas bandas de um Vale de Oiro...em mais uma incursão da National Regography.
O caminho faz-se muito bem, calcando terra que deixa adivinhar outros tempos de maior azáfama, com carros de bois a fazerem destes caminhos um trajecto com horas de ponta...
Todas as hipóteses de percurso a tomar desaguam no mesmo vale encantado.
Aqui, onde as palavras são nada...

Não vimos pepitas desse nobre metal mas encontrámos brilhos de oiro a convidarem-nos a andar por estas bucólicas paragens.












As árvores preparam-se e tudo expectante ondula ao sóm de garraiadas sonoras de pássaros que não páram de conversar. Há pequenas planícies com guardiões extremosos, como a piteira que nos cumprimentou. Ou a formiga que teve prioridade de passagem, tal era o ofício de que tinha sido encarregue. Teria ela também a missão de colorir as flores?










Mas, no meio de tanta harmonia, apareciam às vezes tons mais fortes, como um pinhal de peito feito, pregado à nossa frente. Chegava a ser ameaçador e talvez fosse uma tentativa de floresta negra destas bandas! Não julguem que estamos a exagerar! Entretanto, quase se podia adivinhar um duelo entre pinhais, que avançavam lentamente, de olhos fixos um no outro.








Passando despercebidos, seguimos confiantes até encontrarmos as promessas de bolotas, mel e maçã, risonhas e bem-dispostas. Adiante, desaguava à beira dos nossos olhos um rio camaleão, de cor "pasto verde".










Entretanto, tardando, sempre apareceram. As tourigas! Uma mão cheia delas, como esta que, preguiçosa, pedia ajuda aos nagalhos, feitos pagens, que a seguravam. Talvez uma dúzia de centenas de pés de pacientes videiras que sabem que estão bem protegidas pelo tempo especial que se sente neste vale encantado. É mais quente e mais suave para o embalo das promessas que trazem consigo.










sexta-feira, 20 de março de 2009

Whishing Tourigo

Mais uma referência a Tourigo como berço da Touriga.
Desta feita, num site de turismo "Wishgothere", com base num texto retirado de outro site mas ainda assim incluindo a nossa aldeia nos que tiverem gosto em seguir pela rota do vinho Dão:
Tudo nestas paragens são grandezas”, escreveu José Saramago a propósito da região onde se produz o milenar vinho do Dão. Aqui sente-se a herança dos antigos monges agricultores, que marcaram de forma indelével as construções religiosas, a cultura da vinha e o modo de produzir o precioso néctar. Com a linha da poderosa Serra da Estrela a pontuar o horizonte, o Dão, com os seus Invernos chuvosos e verões quentes e secos, é zona de pequena propriedade, com vegetação exuberante, ar puro e numerosos cursos de águas límpidas correndo sobre berço granítico. (...) Terá sido no Dão, na aldeia de Tourigo, que nasceu aquela que é por muitos considerada a rainha das castas tintas portuguesas: a Touriga Nacional.

Pena é que no site da região de turismo Dão-Lafões não haja nenhuma referência a Tourigo...

Em busca da Meimoa perdida, à chegada da Primavera e da Poesia

A aproximação anuncia-se de mansinho. Já podemos perceber a azáfama que, em surdina, faz erguer as cores em cada braço de árvore, a frescura viva em cada riacho, a doçura dos perfumes em cada flor a despontar. É como Poesia feita gente, a cada passo dado. Não é à toa que coincide a chegada da Primavera com a comemoração do dia mundial da Poesia. Então, é afastar as cortinas, talvez cinzas, do Inverno que agora se despede, e mergulhar na Primavera, começando, desde já, por uma incursão ao nosso Reino Maravilhoso, por excelência: o Rego! Não tem percurso oficialmente assinalado mas "deixá-lo". Não são precisas quaisquer tabuletas que nos levem a este paraíso, onde vamos até de olhos fechados!
Mas, como a regosfera é um espaço muito fértil, aqui fica a sugestão do Indiana Jones Jr. do Tourigo, na sequência do post "A paciência da Anta":
No reino do Rego também existe uma anta mas nunca se localizou: trata-se do sítio designado de "Meimoa" que normalmente está associado a mamoas, antas ou dólmens. Já agora, para quem pretenda inicar-se nas actividades arqueológicas de prospecção, a Meimoa fica depois da Padaria do Sr. Nelson, próximo do marco géodésico :)

JSR, com crise aguda na veia poética
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terça-feira, 17 de março de 2009

O ouro preto do Tourigo


Para que a informação esteja à distância de um click... e os consumidores estejam sempre informados, eis a informação dos preços do posto de abastecimento do Tourigo:

A paciência da Anta

Existem muitas por aí. São testemunhas silenciosas das festas do tempo. Ora sozinhas, ora habitadas, confundem-se com as rugas da terra, com o odor das árvores, com as cores das pedras, com as marcas dos caminhos.
... aldeias abandonadas... será? Terão elas alguma vez sido mesmo abandonadas? Impõem-se por si só, como guardiãs destemidas de um tempo e de lugares especiais. E quando as encontramos, não é difícil imaginar a agitação que andou por ali. É só esperar um pouco e aquietar-se. De mansinho, essas memórias vivas, mesmo sem as termos, saem dos esconderijos, como gatos curiosos. Chegam como cicerones irónicos, dando conta do que poderia ser mas não é. Talvez um dia, por força de vontades alheias ou de heranças reabilitadas, elas voltem a ser garridas como esvoaçantes aventais de chita.
Há muitas por aí... e por aqui. No Reino do Rego, existem algumas. Noutros reinos, as histórias são muitas.
Aqui fica a de Anta de Mazes.
Mais info. em:
Terras D'Ouro
Joaquina da Anta
Percurso "Anta de Mazes" (PR4)
Anta de Mazes álbum


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sexta-feira, 13 de março de 2009

IRS no Rego

A todos os contribuintes do Reino do Rego, aqui fica a sugestão sobre uma possível forma de ajudar as instituições particulares ou de solidariedade social, religiosa ou de utilidade pública reconhecidas pelo Estado, em especial, as que existem no Tourigo.
Trata-se de a consignação do IRS, preenchendo para o efeito o quadro 9 do anexo H com o nome e o número de contribuinte da instituição.
Assim, em opção a dar dinheiro ou bens, atribui-se uma parte do imposto que iria para os cofres do Estado para uma instituição à nossa escolha.
Esta acção não tem custos: 0,5% são retirados do imposto total que o Estado liquida, e não do que nos é devolvido. No entanto, é necessário ter o NIF ou n.º de contribuinte da instituição escolhida.
Entretanto, para lá das entidades existentes no Tourigo, consulte informação em Cáritas Diocesana de Viseu e Lista de algumas entidades às quais pode doar 0,5% do seu IRS.
É um pequeno gesto. Mas todos juntos, já conta!
JSR
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