
No entanto, não resistimos. Apesar de só se falar de crise, desemprego, de hipotética recuperação, de TVI24 (!), de segredo de justiça, etc., eis senão quando surge uma notícia que dá muito que pensar.
De facto, na hora da verdade e no momento em que é necessário "dar a volta", a Casa Branca terá um inquilino luso, de reconhecido carácter fiel: o cão de água português.
Vitalidade, atenção, brincadeira e versatilidade são algumas das características deste amigo que não necessita de Magalhães para conhecer a terra do "Novo Mundo"!
Melhor seria apenas dizer que este era uma cão de água do Rego!
Mascote da Casa Branca será um cão de água português: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366697&idCanal=11


donde se vê e prova a sua antiguidade: a ela concorre todos os sábados do ano muito número de fiéis e todos os primeiros domingos de cada mês, vai a procissão da Igreja com toda a freguesia; celebra-se a sua festa principal por conta da confraria no primeiro domingo de Maio, com o singular Título da Rosa, e a da Irmandade no primeiro domingo de Outubro com o Título do Rosário, e no dia seguinte Aniversário pelos defuntos irmãos. Mostra-se haver neste sítio algum tempo povoação, pelas pedras, telhas e tijolos, que por ali se acham. É muito milagrosa e se lhe oferecem muitas mortalhas e muitos milagres de cera: e no dia dos Santos de 1755, que eu no seu Altar disse Missa, estando antes fazendo Doutrina aos Meninos, se viu que a dita imagem estava suando como lágrimas que corriam, talvez pedindo a seu amado Filho (como creio) livrasse esta freguesia do Terramoto; e assim se experimentou; pois sendo tantos os balanços da terra, que até as lajes mármores se desuniam, e caíam as pedras e telhas das casas nas freguesias circumvizinhas, nesta se experimentou a mínima ruína com o patrocínio da Senhora, como creio e o tenho julgado.



